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	<title>CCV</title>
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	<pubDate>Fri, 04 May 2012 15:21:55 +0000</pubDate>
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		<title>ANTÓNIO CAMPOS</title>
				
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 15:21:55 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[15 &#124; 22 &#124; 29 MAIO]]></category>

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		<description>15 &#124; 22 &#124; 29 MAIO
É com enorme entusiasmo que o Cine Clube de Viseu reedita, em Maio, as históricas colaborações com a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema. TRÊS SESSÕES com cópias restauradas em 35mm para conhecer de perto António Campos, um dos mais importantes cineastas portugueses do século XX.

 &#60;img src="http://payload35.cargocollective.com/1/0/14993/3018915/CCV_Campos_header.jpg" width="397" height="582" width_o="397" height_o="582" src_o="http://payload35.cargocollective.com/1/0/14993/3018915/CCV_Campos_header_o.jpg" data-mid="17142612"  border="0" align="left"/&#62;

15 MAI 
´´´´´´´´´´


FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS de Catarina Alves Costa, 2009, 60’
A ALMADRABA ATUNEIRA de António Campos, 1961, 27’

Depois do documentário de Catarina Alves Costa sobre António Campos, iniciamos o ciclo com A Almadraba Atuneira, obra que terá colocado o realizador na rota do documentário, como afirmou. Na segunda sessão, o primeiro dos filmes que ele próprio classifica de “etnocinema”, Um tesoiro, a partir do conto homónimo de José Loureiro Botas, escritor natural da Praia da Vieira, onde Campos passa grande parte da sua vida. Na mesma sessão, Gente da Praia da Vieira. Na última sessão, A invenção do amor, adaptação do poema de Daniel Filipe, considerado por Paulo Rocha o único filme verdadeiramente surrealista da história do cinema português, e a fechar, Falamos de rio de onor.

22 MAI 
´´´´´´´´´´
UM TESOIRO de António Campos, 1958, 14’
GENTE DA PRAIA DA VIEIRA de António Campos, 1975, 73’

29 MAI 
´´´´´´´´´´
A INVENÇÃO DO AMOR de António Campos, 1965, 29’
FALAMOS DE RIO DE ONOR de António Campos, 1974, 63’

A dificuldade de acesso aos filmes de António Campos adensa, ainda hoje, o desconhecimento do seu percurso. A história do cinema novo português já estava concluída quando António Campos é revelado em exibições regulares. A primeira retrospectiva nacional surge apenas em 2000, pela Cinemateca Portuguesa, após a sua morte. Alguns contributos, como Alves Costa, cineclubista, Paulo Rocha, Fernando Lopes e Manoel de Oliveira, cineastas, festivais como La Rochelle, reconheceram António Campos como o responsável, nos anos 50, pelo único momento de algum brilho do cinema português. Em plena década de profunda crise de criação e produção, Um tesoiro, 1958, O Senhor, 1959, de António Campos e O pintor e a cidade, 1956, de Manoel Oliveira, são as jóias da coroa do nosso cinema que a elas deve o não desaparecimento total. O tesoiro, quando visionado em Carcassone, suscitou a um espectador francês o seguinte comentário que Campos guardou na memória e relatou em entrevista: "Aprendemos mais nestes vinte minutos que em dez anos a ver as mulheres da Nazaré e o Fado". 

Muito além do discurso oficial de certa forma condescendente, do epíteto intuitivo e marginal, o hibridismo ficção / documentário do cinema de António Campos, os aspectos formais, narrativos e plásticos, confirmam o seu cinema como um dos percursos mais originais e inspirados da arte cinematográfica em Portugal.


Sócios €1,5 / €2,5  •  Não Sócios €4
TERÇAS  Projecções no Instituto Português da Juventude, em Viseu, pelas 21h45.
. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
FAÇA-SE NOSSO SÓCIO!
Numa associação com a natureza do Cine Clube de Viseu, a perenidade e crescimento dependem, em grande medida, do entusiasmo dos associados. O apoio de todos é uma condição indispensável para a continuidade do projecto e a manutenção dos seus padrões de qualidade.
</description>
		
		<excerpt></excerpt>

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>VISTACURTA 2012</title>
				
		<link>http://www.cineclubeviseu.pt/VISTACURTA-2012</link>

		<comments>http://www.cineclubeviseu.pt/following/cineclubeviseu.pt/VISTACURTA-2012</comments>

		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 12:13:34 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[INSCRIÇÕES ABERTAS]]></category>

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		<description>&#60;img src="http://payload41.cargocollective.com/1/0/14993/3123780/Vistacurta-12-inscries.jpg" width="670" height="690" width_o="700" height_o="721" src_o="http://payload41.cargocollective.com/1/0/14993/3123780/Vistacurta-12-inscries_o.jpg" data-mid="15958887"  border="0" align="left"/&#62;

FICHA DE INSCRIÇÃO

REGULAMENTO 2012 
´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´
I VISTACURTA - Festival de Curtas de Viseu aceita todos os filmes com duração inferior a 20 minutos realizados desde 2009.

II Podem concorrer todos os filmes que preencham um dos requisitos: a) filmes realizados em Viseu, b) por autores do distrito de Viseu, c) sobre temas/histórias/realidades transversais à região.

III O Júri determinará o melhor filme nas seguintes categorias: Ficção / Documentário / Animação / Micro filmes / Experimental / Filmes de escola. O Júri do Festival será seleccionado entre Profissionais de Cinema e Especialistas.

IV Não serão admitidos a concurso filmes enviados na anterior edição do VISTACURTA.

V Para efeitos de selecção, a cópia final do filme deve ser enviada até 31.05.2012, em DVD (num dos seguintes formatos: MPEG2 – AVI – MOV), para:
EMPÓRIO - Rua Silva Gaio, 29, 3500 – 203 Viseu, OU
Cine Clube de Viseu - Apartado 2102, 3500 – 158 Viseu.

VI Deve ser enviada a ficha de inscrição, devidamente preenchida, disponível neste site.

VII O Festival só reenviará as cópias DVD dos filmes não seleccionados se tal for o desejo manifestado e só mediante o respectivo pagamento pelo destinatário. Todos os custos de envio das cópias são da responsabilidade dos autores e produtores.

VIII DISPOSIÇÕES IMPORTANTES
Não há limite para o número de obras apresentadas por um realizador. Os filmes seleccionados serão visionados numa plataforma online específica a criar para o efeito e os filmes vencedores serão projectados na Praça D. Duarte, em Viseu, durante o CNC12 – Cinema na Cidade. O Júri pode não determinar filmes vencedores e não atribuir prémios, caso considere que as obras a concurso não justificam os mesmos.
Os filmes seleccionados para as diversas categorias ficam, automaticamente, programados para visionamento nas várias extensões descentralizadas do Festival.
Todos os trabalhos participantes, sejam ou não seleccionados, farão parte da Mediateca do Cine Clube de Viseu – Acervo VISTACURTA, a disponibilizar em breve na Calçada da Vigia, em Viseu. Ficarão, ainda, disponíveis para visionamento na plataforma online ou outras consideradas pertinentes até a organização decidir em sentido contrário.
O uso posterior das obras enviadas a concurso, para fins considerados pertinentes, e garantindo o cumprimento integral dos preceitos relacionados com a propriedade intelectual do(s) autor(es), é um direito que assiste à organização.
A Organização do Festival reserva o direito de decidir sobre qualquer questão não prevista, e a incluir, em circunstâncias excepcionais, obras que não respeitem integralmente o Regulamento.</description>
		
		<excerpt></excerpt>

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>O CINE CLUBE EM 2011</title>
				
		<link>http://www.cineclubeviseu.pt/O-CINE-CLUBE-EM-2011</link>

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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 11:08:39 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[BALANÇO DA ACTIVIDADE]]></category>

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		<description>BALANÇO DA ACTIVIDADE

Num contexto profundamente adverso aos espaços de participação cívica e associativa, quando a cultura se torna um obstáculo para muitas instituições, e a sua importância sócio-económica é esquecida, o CCV procura, a todo o custo, manter a sua autonomia, defender a cultura como factor de desenvolvimento, manter os espaços de divulgação do cinema como arte.
 
8 CICLOS DE CINEMA
44 SESSÕES DE CINEMA 

O CCV organizou, em 2011, oito ciclos temáticos de cinema, garantindo ao longo do ano a estreia de dezenas de obras cinematográficas na cidade de Viseu. Algumas sessões contaram com a presença de especialistas e cineastas convidados.

1 FESTIVAL DE CURTAS-METRAGENS 

2011 assinalou a continuidade do VISTACURTA – Festival de Curtas de Viseu, promovido pela Empório e CCV. Foram recebidos 69 filmes, representando um crescimento de 30% face a 2010. O principal prémio foi atribuído a MAYBE de Pedro Resende.

7023 PARTICIPANTES NA PROGRAMAÇÃO

A nossa actividade global registou uma participação de 7023 pessoas. Um aumento significativo, na ordem dos 37% de público por comparação com o ano anterior (2010), assente numa maior participação de público escolar e também nas sessões de cinema, ambos na ordem dos 30%.

ACTIVIDADES EM CONTEXTO EDUCATIVO

O projecto Cinema para as Escolas manteve sua actividade, pelo 12º ano consecutivo, realizando duas curtas-metragens em contextos educativos, ateliers de cinema de animação, sessões de cinema para escolas, e formações teórico-práticas. A curta-metragem AGUAS TURVAS, de Graça Gomes, realizada em parceria com o ESPALHA FITAS - CINE CLUBE DE ABRANTES, recebeu uma menção honrosa no festival CINANIMA 2011.

FINANCIAMENTO

2011 confirmou a tendência de redução do financiamento público à actividade do CCV. Os fundos provenientes de receitas próprias e créditos de anos anteriores ultrapassam já o valor do financiamento público à nossa actividade.
- 56% do orçamento  do CCV proveio das receitas próprias e créditos relativos a 2010 
- 44% das receitas são provenientes de financiamentos públicos.


&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/285760/viseupedia_n12_cineclube.jpg" width="405" height="492" width_o="405" height_o="492" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/285760/viseupedia_n12_cineclube_o.jpg" data-mid="15754394"  border="0" align="left"/&#62;
Nuno Tudela, cromo “Viseupédia” nº12, ed. Empório Dez2011

Relatório de actividade CCV / 2011 aprovado em ASSEMBLEIA GERAL do dia 26 de Março, na sede do CCV.
</description>
		
		<excerpt></excerpt>

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	<item>
		<title>CICLO DE CINEMA</title>
				
		<link>http://www.cineclubeviseu.pt/CICLO-DE-CINEMA</link>

		<comments>http://www.cineclubeviseu.pt/following/cineclubeviseu.pt/CICLO-DE-CINEMA</comments>

		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 17:25:53 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Abril &#62; Maio]]></category>

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		<description>OBSERVATÓRIO
PROGRAMA DEDICADO AOS FILMES E FIGURAS 
DE UMA NOVA GERAÇÃO DO CINEMA PORTUGUÊS.
´´´´´´´´´´
Perante a hostilidade permanente à cultura não mainstream, o sucesso do cinema português em Festivais internacionais parece, apenas, adiar um “requiem” do cinema nacional. Manter o espaço de visibilidade de criadores e abordagens emergentes é, neste contexto, um dos papéis importantes que os cine clubes procuram cumprir. 

17 ABR 
´´´´´´´´´´
SINFONIA IMATERIAL de Tiago Pereira / Fundação INATEL, 2011, 56’

01 MAI
´´´´´´´´´´
LINHA VERMELHA
de José Filipe Costa, 2011, 80’ SESSÃO COM A PRESENÇA DO REALIZADOR.

05 MAI SÁBADO 
´´´´´´´´´´


É NA TERRA NÃO É NA LUA
de Gonçalo Tocha, 2011, 180’

Um dos filmes portugueses mais premiados internacionalmente e acarinhados pelo público, realizado por Gonçalo Tocha. Documentário / diário sobre a vida na ilha do Corvo, venceu em 2011 a competição internacional do DocLisboa – Festival Internacional de Cinema.
HORÁRIO 15H00

08 MAI
´´´´´´´´´´


UM FILME PORTUGUÊS
De Levi Martins, Vitor Alves, Miguel Cipriano, Jorge Jácome, Vanessa Sousa Dias e Carlos Pereira, 2011, 104’.

Um filme falado, narrado por diferentes gerações, tentando descodificar o ontem, hoje e amanhã do cinema feito em Portugal. Uma reflexão sobre as actuais inquietações ligadas aos sistemas estético, dramático e de produção dos filmes, voltando a uma antiga pergunta: o que é, afinal, o cinema? 

SESSÃO COM A PRESENÇA DE JORGE JÁCOME E MARTA SIMÕES, DIRECTORA DE FOTOGRAFIA.




Sócios €1,5 / €2,5  •  Não Sócios €4
TERÇAS  Projecções no Instituto Português da Juventude, em Viseu, pelas 21h45.
. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
FAÇA-SE NOSSO SÓCIO!
Numa associação com a natureza do Cine Clube de Viseu, a perenidade e crescimento dependem, em grande medida, do entusiasmo dos associados. O apoio de todos é uma condição indispensável para a continuidade do projecto e a manutenção dos seus padrões de qualidade.</description>
		
		<excerpt></excerpt>

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>ARGUMENTO</title>
				
		<link>http://www.cineclubeviseu.pt/ARGUMENTO-2</link>

		<comments>http://www.cineclubeviseu.pt/following/cineclubeviseu.pt/ARGUMENTO-2</comments>

		<pubDate>Fri, 20 May 2011 10:55:02 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EDIÇÕES 01 A 50]]></category>

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		<description>Argumento é o boletim informativo do Cine Clube de Viseu destinado a divulgar as actividades desenvolvidas e os espaços de investigação e ensaio à volta do cinema enquanto arte.
Através do Argumento, são veiculadas notícias do mundo do cinema e da cultura a vários níveis, e é feita a ponte com os associados e a comunidade em geral: o Argumento é enviado para mais de 500 endereços, e distribuído em toda a cidade.
A edição do Argumento contribui para a dinâmica do CCV, para a sua actividade pública e
criadora de novos públicos, e para a divulgação da oferta cinematográfica. Razões que justificam a nossa vontade em disponibilizar online os vários números editados desde a sua criação, em 1984. 
Face aos recursos existentes, não nos é possível apresentar o layout original dos jornais, mas disponibilizamos todas as capas impressas e todos os conteúdos originais editados nos primeiros 50 números, que correspondem à evolução do boletim até 1992.


EDIÇÃO 1 JAN 84
´´´´´´´´´´´´´´´´´´ 
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/Capa1.gif" width="300" height="417" width_o="300" height_o="417" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/Capa1_o.gif" data-mid="7078045"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 2 ABR 85
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/Capa2.gif" width="300" height="414" width_o="300" height_o="414" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/Capa2_o.gif" data-mid="7078047"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 3 MAI 85
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa3.gif" width="300" height="433" width_o="300" height_o="433" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa3_o.gif" data-mid="7078049"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 4 JUN-JUL 85
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa4.gif" width="300" height="419" width_o="300" height_o="419" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa4_o.gif" data-mid="7078849"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 5 AGO-SET 85
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa5.gif" width="300" height="421" width_o="300" height_o="421" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa5_o.gif" data-mid="7078871"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 6 OUT 85
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa6.gif" width="300" height="417" width_o="300" height_o="417" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa6_o.gif" data-mid="7078908"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 7 NOV 85
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa7.gif" width="300" height="423" width_o="300" height_o="423" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa7_o.gif" data-mid="7079029"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 8 DEZ 85
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa8.gif" width="300" height="419" width_o="300" height_o="419" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa8_o.gif" data-mid="7079049"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 9 JAN 86
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa9.gif" width="300" height="421" width_o="300" height_o="421" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa9_o.gif" data-mid="7079074"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 10 FEV 86
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa10.gif" width="300" height="415" width_o="300" height_o="415" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa10_o.gif" data-mid="7079136"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 11 MAR 86
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa11.gif" width="300" height="419" width_o="300" height_o="419" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa11_o.gif" data-mid="7079235"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 12 ABR 86
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa12.gif" width="300" height="424" width_o="300" height_o="424" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa12_o.gif" data-mid="7079292"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 13 MAI 86
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa13.gif" width="300" height="419" width_o="300" height_o="419" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa13_o.gif" data-mid="7079450"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 14 JUN 86
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa14.gif" width="300" height="427" width_o="300" height_o="427" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa14_o.gif" data-mid="7079513"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 15 JUL 86
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa15.gif" width="300" height="339" width_o="300" height_o="339" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa15_o.gif" data-mid="7079534"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 16 AGO-SET 86
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa16.gif" width="300" height="411" width_o="300" height_o="411" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa16_o.gif" data-mid="7079663"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 17 OUT 86
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 18 NOV 86
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EDIÇÃO 19 DEZ 86
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EDIÇÃO 20 JAN 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 21 FEV 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 22 MAR 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 23 ABR 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 24 MAI 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 25 MAI 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 26 JUL 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 27 AGO-SET 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 28 OUT 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 29 NOV 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 30 DEZ 87
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 31 JAN-FEV 88
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa31.gif" width="300" height="416" width_o="300" height_o="416" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa31_o.gif" data-mid="7080168"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 32 AGO-SET 88
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa32.gif" width="300" height="409" width_o="300" height_o="409" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa32_o.gif" data-mid="7080171"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 33 OUT-NOV 88
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 34 JAN 89
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 35 MAR 89
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 36 SET 89
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EDIÇÃO 37 OUT 90
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 38 NOV 90
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 39 DEZ 90
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 40 JAN 91
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 41 FEV 91
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 42 MAR 91
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EDIÇÃO 43 ABR 91
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 44 MAI 91
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&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa44.gif" width="300" height="403" width_o="300" height_o="403" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa44_o.gif" data-mid="7084083"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 45 JUN 91
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa45.gif" width="300" height="415" width_o="300" height_o="415" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa45_o.gif" data-mid="7084123"  border="0" align="left"/&#62;

EDIÇÃO 46 OUT 91
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EDIÇÃO 47 FEV 92
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EDIÇÃO 48 MAR 92
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EDIÇÃO 49 MAI 92
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
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EDIÇÃO 50 JUN 92
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa50.gif" width="300" height="406" width_o="300" height_o="406" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1451037/capa50_o.gif" data-mid="7084162"  border="0" align="left"/&#62;
</description>
		
		<excerpt></excerpt>

		<!--<wfw:commentRss></wfw:commentRss>-->

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>VISTACURTA 2010</title>
				
		<link>http://www.cineclubeviseu.pt/VISTACURTA-2010</link>

		<comments>http://www.cineclubeviseu.pt/following/cineclubeviseu.pt/VISTACURTA-2010</comments>

		<pubDate>Mon, 16 May 2011 16:32:33 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[FESTIVAL DE CURTAS DE VISEU]]></category>

		<guid isPermaLink="false">1407079</guid>

		<description>FILMES PREMIADOS 2010
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1407079/abrigo_frame.jpg" width="670" height="377" width_o="2048" height_o="1153" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1407079/abrigo_frame_o.jpg" data-mid="6928228"  border="0" align="left"/&#62;
Abrigo, de Rui Silveira / Binaural.

MELHOR FILME
Abrigo 
de Rui Silveira &#124; Documentário 

MELHOR FILME SUB21 / PRÉMIO IPJ MOVIJOVEM
Dreams in colour
de Hugo Ferreira&#124; Animação

MELHOR FILME ESCOLAR / PRÉMIO INSTITUTO PIAGET
Nutrimorphosis
Escola Profissional Mariana Seixas &#124; Animação

PRÉMIO DO PÚBLICO / SAPO 
765/60 Viseu
de Luís Belo &#124; Animação 

VENCEDORES POR CATEGORIA

FICÇÃO
Promessas em Março
de Cristóvão Cunha

DOCUMENTÁRIO
David de Oliveira – uma obra viva
de Eduardo C. Brito

ANIMAÇÃO
765/60 Viseu
de Luís Belo

EXPERIMENTAL
Elementos
de Sérgio Pereira, Arquehoje 

VISTACURTA 2010 - Festival de Curtas de Viseu, contabilizou 51 obras entregues, traduzindo o interesse despertado junto dos criadores, e revelando a vitalidade deste campo de produção.  
Para a segunda fase do Festival - a visualização online - foram eleitas 25 curtas, em 5 categorias: ficção e animação (sete filmes cada) e documentário (cinco filmes) foram as categorias mais representadas nesta fase. 
Os filmes estiveram disponíveis para visionamento público em Tondela, no recinto do Festival Tom de Festa, e em Mangualde, na Biblioteca Municipal.

PRÉMIOS
´´´´´´´´´´´´´´´´´
. Projecção ao ar livre
As curtas premiadas no VISTACURTA foram projectadas ao ar livre, no dia 24 de Julho, na Praça D.Duarte, em Viseu, garantindo a divulgação e visibilidade merecidas.

. Edição DVD
Posteriormente, serão reunidos num DVD a distribuir por escolas, associações e bibliotecas municipais da região, bem como entidades ligadas ao cinema e audiovisual no país, todos os filmes premiados. A edição do DVD resulta da parceria estabelecida para o efeito entre a Escola Superior de Educação de Viseu e o VISTACURTA.

. Melhor Curta
O melhor filme do VISTACURTA 2010 (escolhido entre os seis vencedores das categorias concorrenciais) recebeu uma câmara CANON MiniDV Legria HV40. 

. Sub 21
O melhor filme realizado por um jovem com idade igual ou inferior a 21 anos recebeu um Intra_Rail Xplore (10 dias de alojamento nas Pousadas de Juventude, viagens de comboio e MMS´s) 

. Prémio do Público
O filme mais votado pelo público através do portal Sapo Vídeos recebe o prémio do público.

. Menções
Os vencedores de cada categoria (caso o júri decida atribuir as respectivas menções) serão destacados com a entrega de uma menção.

. Biblioteca Escolar
O vencedor da categoria "Escolas" recebe livros para a biblioteca da escola.

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1407079/CCV-VISTACURTA-logos.jpg" width="670" height="232" width_o="1506" height_o="522" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1407079/CCV-VISTACURTA-logos_o.jpg" data-mid="6928275"  border="0" align="left"/&#62;</description>
		
		<excerpt></excerpt>

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>EDUCAÇÃO PARA OS MEDIA </title>
				
		<link>http://www.cineclubeviseu.pt/EDUCACAO-PARA-OS-MEDIA</link>

		<comments>http://www.cineclubeviseu.pt/following/cineclubeviseu.pt/EDUCACAO-PARA-OS-MEDIA</comments>

		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:19:04 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ESTUDO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">1229430</guid>

		<description>Foi recentemente editado o estudo Educação para os Media em Portugal – experiências, actores e contextos, um relatório que sistematiza o percurso de vários projectos educativos na área dos media, desenhando um mapa exaustivo de projectos levados a cabo por diversas instituições. O livro, elaborado pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho e editado pela Entidade Reguladora da Comunicação, identificou três orientações principais para os projectos em curso: proteccionista, na perspectiva de contrariar os malefícios dos media; modernizadora (ou tecnológica), de tornar os indivíduos capazes de usar autonomamente e criticamente os meios; e por último, capacitadora, dotar o público de competências diversas.
Projectos como o Público na Escola (jornal Público), Media Smart (Associação Portuguesa de Anunciantes), Projecto Cinema para as Escolas (Cine Clube de Viseu), Juventude, Cinema, Escola (Direcção Regional de Educação do Algarve), foram destacados como exemplares do trabalho realizado junto dos públicos escolares. 
&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1229430/educ_midia_pt.jpg" width="228" height="320" width_o="228" height_o="320" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/1229430/educ_midia_pt_o.jpg" data-mid="10039870"  border="0" align="left"/&#62;
Download

Este trabalho veio abalar dois mitos existentes sobre educação para os media em Portugal: em primeiro lugar, que as escolas estão paradas perante o desafio; em segundo lugar, que a sociedade civil não existe ou é irrelevante para esta questão.
Maria Emília Brederode, representante do Conselho Nacional de Educação, durante um dos painéis de discussão organizados a 25 e 26 de Março de 2011 a propósito da apresentação do estudo, na Universidade do Minho.

No Congresso "Literacia, Media e Cidadania" foi igualmente apresentado o projecto Cinema para as Escolas do CCV, salientando a abrangência (quer geográfica quer dos níveis de escolaridade envolvidos), o impacto (junto dos milhares de alunos participantes, 24 mil desde 1999, e centenas de escolas) e multidisciplinaridade que caracterizam a sua intervenção. 
As actas finais do congresso estão disponíveis AQUI.
</description>
		
		<excerpt></excerpt>

		<!--<wfw:commentRss></wfw:commentRss>-->

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>FICHAS DE ANÁLISE</title>
				
		<link>http://www.cineclubeviseu.pt/FICHAS-DE-ANALISE</link>

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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 15:27:55 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CINEMA PARA AS ESCOLAS]]></category>

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		<description> . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Blade Runner, de Ridley Scott, A sombra dos abutres, de Leonel Vieira, Frida, de Julie Taymour, Adeus Lenine!, de Wolfgang Becker, Citizen Kane, de Orson Welles, são alguns exemplos de obras exibidas para escolas pelo Cinema para as Escolas. Em colaboração com vários professores, estes e outros filmes foram sujeitos a uma análise mais aprofundada nas salas de aula, correspondendo aos objectivos dos guiões de exploração pedagógica elaborados para o efeito.

De 2000 até hoje, as várias fichas foram disponibilizadas às escolas, publicadas no boletim Argumento, na revista NOESIS, e disponibilizadas em diferentes fóruns e conferências. Em 2010, com o início da edição digital das fichas de exploração, o CCV garantirá o acesso universal a todos os interessados, favorecendo o recurso a esta ferramenta e beneficiando a utilização dos filmes na sala de aula.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Orson Welles 
Citizen Kane - O mundo a seus pés

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/annex-well_1.jpg" width="627" height="491" width_o="627" height_o="491" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/annex-well_1_o.jpg" data-mid="4178229"  border="0" align="left"/&#62;

Em 2000, a primeira sessão do projecto Sessões de Cinema para as Escolas arrancou com um dos grandes filmes da história do cinema.
A sessão teve lugar no dia 11 de Janeiro, no Instituto Português da Juventude, em Viseu, convidando os alunos presentes a reflectir sobre o denominado 4º Poder, com o visionamento de um filme que representa alguns importantes avanços na história narrativa e formal da arte cinematográfica.

Para apoiar a exploração pedagógica e artística de Citizen Kane – O mundo a seus pés, o CCV publicou excertos dos textos de André Bazin (do seu livro sobre Welles) e David Bordwell (traduzido da edição castelhana de “El arte cinematográfico”).

Coordenador Rodrigo Francisco
Edição original Janeiro de 2000
Ficha de análise


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Wolfgang Becker
Adeus, Lenine!

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/goodbye4.jpeg" width="626" height="501" width_o="626" height_o="501" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/goodbye4_o.jpeg" data-mid="4512431"  border="0" align="left"/&#62;

Mais de 6 milhões de espectadores na Alemanha, um êxito de bilheteira em França e no Reino Unido, direitos de venda para 70 países. Afinal, o que faz o sucesso deste filme? O hino fúnebre ao comunismo? A emoção de reviver a queda do muro? O sentimentalismo da relação mãe-filho? De tudo isto trata Good bye, Lenin! e aqui se encontram pontos de interesse capazes de atrair tantos espectadores, dentro e fora da Alemanha. Se é verdade que este é um filme sobre uma realidade alemã por excelência, também é certo que nele se encontram motivos de relevância além fronteiras. 

Edição de Ana Margarida Abrantes
Publicado no Argumento 116 / Nov. 2004.
Ficha de análise


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Leonel Vieira
A Sombra dos Abutres

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/abrut12345.JPG" width="614" height="431" width_o="614" height_o="431" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/abrut12345_o.JPG" data-mid="4544407"  border="0" align="left"/&#62;

Agosto de 1962. Daniel, Transmontano rude, mineiro  e de poucas falas, sabe que tem uma profissão de risco constante, por isso luta por melhores condições de trabalho. A PIDE prende-o, geram-se conflitos, e duas mortes obrigam-no a fugir para França. Mas a perseguição é uma questão de honra para o regime e a PIDE recorre aos meios mais brutais e vis para caçar as aves em fuga… 
A Sombra dos Abutres é relevante para o contexto pedagógico pela muita informação que transmite e sugere acerca da história da repressão do Estado Novo, e de forma mais geral, sobre o ambiente social e político que se vivia em Portugal.

Edição de Sara Figueiredo
Publicado no Argumento 122 / Set. 2006.
Ficha de análise


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Ridley Scott
Blade Runner

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/chuva4.jpg" width="608" height="334" width_o="608" height_o="334" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/chuva4_o.jpg" data-mid="4584171"  border="0" align="left"/&#62;

Os replicantes (andróides humanos), criados pela Tyrell Corporation para explorar e colonizar outros planetas, são ilegalizados na Terra. São, por isso, criadas forças especiais, Blade Runner, para perseguir os replicantes. 
Combinando policial com ficção científica, clonagem e vida artificial, emoção e programação, a visão de futuro de Blade Runner torna-o incontornável para a história da ficção científica no cinema. Por isso, importa analisar temáticas vinculadas ao filme, e o trabalho formal e técnico deste filme de culto de Ridley Scott.

Edição de Teresa Eça
Publicado no Argumento 129 / Set. 2008.
Ficha de análise


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Julie Taymor
Frida

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/Frida pic 2.jpg" width="600" height="330" width_o="600" height_o="330" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/Frida pic 2_o.jpg" data-mid="4710207"  border="0" align="left"/&#62;

Muitos anos após a morte, Frida Kahlo (1907-1954) continua a exercer um enorme fascínio pela sua arte controversa, os seus amores difíceis e o seu sofrimento físico. Entre 1926, quando pintou o seu primeiro autoretrato, e a sua morte em 1954, Kahlo produziu cerca de 200 imagens.
Acompanhando o percurso de Frida Kahlo, desde a adolescência aos sucessivos obstáculos que a sua saúde lhe colocou, até à sua vida pessoal, artística, e conjugal com Diego Rivera, Frida foi uma das mais bem sucedidas biografias de artistas que o cinema apresentou em anos recentes.

Edição de Paula Soares
Publicado no Argumento 127 / Nov. 2007.
Ficha de análise


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Rui Simões
Ruas da Amargura

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/stills amargura 04234.jpg" width="583" height="403" width_o="583" height_o="403" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/stills amargura 04234_o.jpg" data-mid="4958435"  border="0" align="left"/&#62;

Documentário sobre a vida nas ruas da cidade de Lisboa, com os personagens que sucumbiram ao álcool, à droga e à miséria de uma vida como sem-abrigo. Do autor de Deus, Pátria, Autoridade(1976) e Bom povo português(1981), As Ruas da Amargura reflecte a história dos que perderam a esperança, e os esforços dos assistentes sociais, psicólogos e voluntários que lutam para mudar as vidas destes homens e mulheres e transformar, por um pouco que seja, as suas vidas.

Edição de Joana Guerra e Rodrigo Francisco
Publicado em www.cineclubeviseu.pt / Fev. 2011.
Ficha de análise


. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Marc Rothemund
Sophie Scholl - Os últimos dias

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/17soph.2.65022222222222.jpg" width="585" height="389" width_o="585" height_o="389" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/17soph.2.65022222222222_o.jpg" data-mid="5556909"  border="0" align="left"/&#62;

A cidade de Munique é conhecida por ter sido um dos bastiões nazis, não tanto pela existência de um extraordinário movimento de resistência. No entanto, o grupo Rosa Branca desafiou de forma notável o regime, sendo Sophie Scholl, a única mulher do grupo, um exemplo de coragem e determinação. Presos e torturados pela Gestapo, começam os seis longos últimos dias de Sophie e restantes membros do movimento: as palavras e os ideais de um lado, a titânica máquina de propaganda e destruição do regime, do outro.

Edição de Rodrigo Francisco e do Grupo Disciplinar de História da Escola Secundária Emídio Navarro, Viseu.
Publicado no Argumento 134 / Nov. 2009.
Ficha de análise


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Banksy
Banksy - Pinta a parede!

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/banksy2233445566.jpg" width="583" height="308" width_o="583" height_o="308" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/banksy2233445566_o.jpg" data-mid="10664191"  border="0" align="left"/&#62;

Thierry Guetta, francês radicado em Los Angeles com vastíssimo material videográfico recolhido sobre arte de rua, tenta fazer um filme sobre o tema. Sem talento para tal, acaba por ser Bansky, um dos artistas por ele filmados, que realiza este documentário. Quanto a Thierry Guetta, torna-se ele próprio um street artist - Mr. Brainwash - e, quando organiza uma exposição, ela é um enorme sucesso de público e de vendas. Uma visita guiada ao universo
específico da street art e seus intérpretes mais
destacados.

Edição de Paula Soares, Teresa Eça e Rodrigo Francisco.
Ficha de análise

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Hayao Miyazaki
Ponyo à beira mar

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/ponyo12222333444.jpg" width="586" height="318" width_o="586" height_o="318" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/629063/ponyo12222333444_o.jpg" data-mid="12605930"  border="0" align="left"/&#62;

Depois dos sucessos mundiais de A princesa Mononoke, A viagem de Chihiro e O castelo andante, o mago da animação Hayao Miyazaki e os estúdios Ghibli regressam com uma maravilhosa história e amor e fantasia: Ponyo à Beira-Mar, baseada no conto “A Pequena Sereia” de Hans Christian Andersen.

Edição de Isabel Ferreira e Rodrigo Francisco
Publicado em www.cineclubeviseu.pt / Dez. 2011.
Ficha de análise</description>
		
		<excerpt></excerpt>

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>PEQUENO CINEMA</title>
				
		<link>http://www.cineclubeviseu.pt/PEQUENO-CINEMA</link>

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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 15:35:54 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[PROGRAMA]]></category>

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		<description>BOLSA DE OFICINAS DE CINEMA PARA ESCOLAS
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
O CCV convida todos os interessados a enviarem propostas de oficinas na área do audiovisual e cinema, com vista a integrar o projecto PEQUENO CINEMA, até final de Maio. Esta actividade é desenvolvida para um publico escolar dos 3 aos 10 anos, integrada no projecto Cinema para as Escolas.

Até 31 de Maio, podem candidatar-se oficinas na área do audiovisual e do cinema em particular, a desenvolver em espaço escolar, que preencham os seguintes requisitos: destinarem-se a públicos com idades entre os 3 e os 10 anos (3 a 5, 6 a 7 ou 8 a 10); terem uma duração máxima de 90 minutos.

REGULAMENTO:
I PEQUENO CINEMA aceita oficinas para incluir na sua bolsa de Oficinas.
II Podem candidatar-se oficinas na área do audiovisual e do cinema em particular que preencham os seguintes requisitos: destinarem-se a públicos com idades entre os 3 e os 10 anos (3 a 5, 6 a 7 ou 8 a 10); terem uma duração máxima de 90 minutos; serem para desenvolver em espaço escolar.
III As propostas a concurso deverão incluir na sua apresentação os seguintes elementos: a) apresentação do projecto explicitando os seus objectivos, técnicas, procedimentos e materiais; b) currículo dos formadores; c) algum material ilustrativo caso exista (registo vídeo, fotografias, resultados finais); d) manifestação de disponibilidade para fazer uma apresentação da oficina e permissão para o seu registo em vídeo para posterior divulgação junto das  escolas.
IV Serão seleccionadas 10 oficinas para a Bolsa.  
V Uma vez selecionadas para integrar a Bolsa de Oficinas, apenas as que forem escolhidas pelas escolas serão realizadas. Os seus promotores deverão assegurar disponibilidade para desenvolver a actividade no distrito de Viseu e de custear a sua estadia.
VI O CCV comparticipará o pagamento de honorários, a definir, aos formadores  e despesas de deslocação às escolas.
VII O CCV disponibiliza equipamentos como projector, tela, leitores de vídeo para auxiliar a realização das oficinas.
VIII A apresentação das candidaturas deverá ser feita até 31 de Maio de 2012 para a seguinte morada: Cine Clube de Viseu - Apartado 2102, 3500 – 158 Viseu ou geral@cineclubeviseu.pt. A sua selecção decorrerá nos meses de Junho e Julho.


BREVEMENTE NUMA ESCOLINHA PERTO DE TI!!!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
O Cine Clube de Viseu tem o prazer de apresentar as actividades 
do projecto PEQUENO CINEMA, dedicado ao Pré-escolar e 1º CEB.

Pretende-se, por um lado, utilizar o cinema enquanto recurso de exploração dos objectivos particulares destes níveis de ensino: vocabulário, desenvolvimento pessoal, cálculo, meio social, e por outro, iniciar os alunos para a diversidade da linguagem cinematográfica, para o consumo crítico da produção visual que é oferecida pelo mercado e para o cinema enquanto ritual particular de usufruto cultural.

&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/Peq_cinema_img.gif" width="521" height="461" width_o="521" height_o="461" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/Peq_cinema_img_o.gif" data-mid="3935734"  border="0" align="left"/&#62;

PROGRAMA
Pré-escolar e 1º CEB 
´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´
Quatro sessões
1: curtas-metragens
2: média-metragem
3: clássicos
4: ida ao cinema

Sabia que o cinema e o audiovisual…
- apoiam o conhecimento e a diversidade -
- estimulam a curiosidade pelo outro -
- enriquecem as aprendizagens -
- produzem uma impressão inesquecível na memória afectiva pessoal -

Vamos trabalhar o gosto das crianças pelas imagens, desenvolvendo a reflexão e o espírito criativo, olhando a escola e o mundo através de uma expressão de arte.
Em grupo, com as várias obras seleccionadas, veremos alguns momentos mágicos de cinema! São propostas actividades de exploração como desenhos sobre os filmes, sobre a ida ao cinema, expressão dramática (brincar aos filmes, brincar a ir ao cinema) e conversas.
sobre o filme, personagens, situações, recontar o filme.



&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos12.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos12_o.jpg" data-mid="7480008"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos11.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos11_o.jpg" data-mid="7480011"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos10.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos10_o.jpg" data-mid="7480014"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos9.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos9_o.jpg" data-mid="7480016"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos8.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos8_o.jpg" data-mid="7480019"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos7.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos7_o.jpg" data-mid="7480021"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos6.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos6_o.jpg" data-mid="7480024"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos5.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos5_o.jpg" data-mid="7480028"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos4.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos4_o.jpg" data-mid="7480032"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos3.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos3_o.jpg" data-mid="7480039"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos2.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos2_o.jpg" data-mid="7480043"  border="0" align="left"/&#62;&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos.jpg" width="567" height="624" width_o="567" height_o="624" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/257562/pequeno cinema desenhos_o.jpg" data-mid="7480046"  border="0" align="left"/&#62;
A combinação entre o potencial gráfico das crianças, devidamente estimulado pela dupla Wallace &#38; Gromit, resultou num conjunto de cartazes para o filme Um caso do cacete (Nick Park, 2008). Depois do visionamento do filme, todos quiseram imaginar, desenhar e pintar o cartaz do filme. Olhando a  riqueza de estilos dos nossos pequenos participantes, com idades entre os três e os cinco anos, prometemos pedir-lhes mais cartazes nos próximos tempos... 

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
INFORMAÇÕES
geral@cineclubeviseu.pt / 232432760 / 922192984.</description>
		
		<excerpt></excerpt>

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>FORMAÇÃO</title>
				
		<link>http://www.cineclubeviseu.pt/FORMACAO</link>

		<comments>http://www.cineclubeviseu.pt/following/cineclubeviseu.pt/FORMACAO</comments>

		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 00:07:41 +0000</pubDate>

		<dc:creator>CCV</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[]]></category>

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		<description>&#60;img src="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/753998/vanguardas1.jpg" width="428" height="291" width_o="428" height_o="291" src_o="http://payload.cargocollective.com/1/0/14993/753998/vanguardas1_o.jpg" data-mid="3935361"  border="0" align="left"/&#62;

Programa de formação dedicado à história e estética do cinema
Organização : Cine Clube de Viseu : Escola Superior de Educação de Viseu
Público alvo : Associados do CCV : estudantes do ensino Secundário e Superior : professores : profissionais das artes plásticas, vídeo, cinema, multimédia : público em geral

O legado dos cineastas, aliado aos meios, concepções e contextos de recepção, contribui para transformações sucessivas da arte cinematográfica ao longo da sua história. Dos autores abordados, seleccionados de forma transversal a várias épocas, formas de trabalho e expressão, e níveis de visibilidade, resultam indiscutivelmente alguns dos filmes que importa ver e analisar para conhecer diferentes formas de interrogação sobre a natureza das imagens e do próprio cinema – questão recorrente da história nada linear das vanguardas no cinema.

AGRADECIMENTO.
O CCV expressa o seu reconhecimento pela amizade demonstrada pelos convidados do programa Vanguardas e estéticas do cinema, que aceitaram o nosso convite e apresentaram o trabalho de diversos cineastas na Escola Superior de Educação. 
A sua disponibilidade merece-nos o maior respeito, e ilustra um sentido da cinefilia que nos é muito caro: ver, discutir, partilhar filmes e emoções, reflectir sobre diferentes perspectivas de leitura da história do cinema.

PROGRAMA
´´´´´´´´´´´´´´´´´´
02 DEZ
CINEMA GEOMÉTRICO: 
OBRAS DE HANS RICHTER, VIKING EGGELING, WALTER RUTTMANN E JOHN WHITNEY
Por Luís Nogueira
Professor e director da Licenciatura de Cinema da Universidade da Beira Interior
Texto de apoio

13 JAN
ANTÓNIO CAMPOS
Por Rodrigo Francisco
Cine Clube de Viseu
Texto de apoio
 
20 JAN
JORIS IVENS
Por Nuno Tudela
Realizador e professor do Instituto Politécnico do Porto
Texto de apoio
 
27 JAN
LUCHINO VISCONTI 
Por Cíntia Gil
Investigadora do “Aesthetics, Politics and Arts” Research Group do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, e Bolseira de Doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia
Texto de apoio

03 FEV
NORMAN MCLAREN
Por Lígia Parodi
Investigadora
Texto de apoio
 
10 FEV
ALFRED HITCHCOCK
Por César Gomes
Cine Clube de Viseu
Texto de apoio


24 FEV
DAVID CRONENBERG
Por Maria João Madeira
Programadora da Cinemateca Portuguesa
Texto de apoio

03 MAR
PEDRO COSTA
Por Fausto Cruchinho
Professor da Universidade de Coimbra
Texto de apoio

17 MAR
HARMONY KORINE
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Por Cíntia Gil
Investigadora do “Aesthetics, Politics and Arts” Research Group do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, e Bolseira de Doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia
Texto de apoio

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HISTÓRICO DO PROJECTO
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O projecto Cinema para as Escolas, do Cine Clube de Viseu, teve início no ano lectivo 1999/2000 com várias actividades em escolas e para escolas. De forma complementar, o projecto promoveu a formação para alunos do ensino superior, professores e público em geral com o objectivo de autonomizar todos os interessados (e agentes educativos em particular) na exploração do cinema e audiovisual como recurso educativo em contexto escolar.
Um dos projectos concebidos para esta vertente de trabalho é o curso VANGUARDAS ESTÉTICAS NO CINEMA, com sessões temáticas orientadas por vários especialistas e complementadas com o visionamento de excertos de filmes. A actividade decorre na ESEV graças ao acordo celebrado para o efeito entre a ESEV e o CCV, em 2008.
Para o Cine Clube de Viseu, o curso VANGUARDAS ESTÉTICAS NO CINEMA continua a ser fundamental para o estudo e divulgação da história do cinema, considerando as suas épocas, autores e filmes de referência, e a sucessiva participação de público comprova o importante contributo dos espaços alternativos ao ensino artístico tradicional. Em 2010, o projecto Cinema para as Escolas obteve novo financiamento do Instituto do Cinema e Audiovisual (Ministério da Cultura), viabilizando a realização de nova edição do curso.</description>
		
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